domingo, 29 de outubro de 2017

A VERDADE SOBRE O SANTO GRAAL


O Novo Testamento é um livro que foi totalmente controlado por um só homem: o Imperador pagão Constantino.  Todos acham que ele era cristão, no entanto, Constantino foi pagão por toda a vida.  Foi batizado somente em seu leito de morte.

Constantino era o homem  supremo de Roma. Por muitos séculos, seu povo cultuou o equilíbrio entre as divindades masculinas da natureza e a deusa – ou o sagrado feminino. Mas uma crescente desordem religiosa estava atingindo Roma em seus dias.

Três séculos antes disso, um jovem Judeu, chamado Jesus surgiu pregando o amor e um Deus único.  Depois de sua crucificação,  seus seguidores cresceram consideravelmente e iniciou-se uma guerra religiosa entre cristãos e pagãos. Ninguém sabe exatamente quem a iniciou.

O conflito cresceu em tais proporções que ameaçava dividir o Império de Roma.

Constantino pode ter sido pagão a vida toda. Mas ele era pragmático. No ano 325 dC ele resolveu unificar Roma sob uma única religião: o cristianismo. 

Para fortalecer esta nova tradição cristã, Constantino convocou um famoso encontro ecumênico, conhecido como Concílio de Niceia.

Nesse Concílio, as várias seitas do cristianismo debateram e votaram sobre quase tudo: desde a aceitação e a rejeição de certos evangelhos até a data da Páscoa, como seriam administrados os sacramentos, além, é claro, da imortalidade de Jesus.

Até aquele momento da História, Jesus era visto por muitos de seus seguidores como um grande profeta, um homem poderoso, mas apenas um homem, ou mais especificamente: um  mortal, como qualquer outro Judeu. Ninguém o via como filho de Deus e nem sequer como um “sobrinho distante”.

Constantino não criou a divindade de Jesus. Ele apenas sancionou uma ideia que estava se difundindo naquele momento entre as massas de origem pagã e as agradava, já que eram acostumadas a personalizar seus deuses e dar-lhes forma.

Para muitos cristãos, Jesus passou de mortal para divino da noite para o dia. Muita gente morreu por causa disso.

Nesse momento, havia algo que devia ser guardado com um grande segredo, pois, se  revelado, abalaria os pilares do cristianismo. Era Maria Madalena, esposa de Jesus.  Ela foi estigmatizada pela igreja como ‘prostituta’, em 591 dC, a fim de justificar as decisões que faziam de Jesus um deus, desde o Concílio de Niceia.

O evangelho de Felipe – um apócrifo, rejeitado junto de outros evangelhos por aquele primeiro Concílio  por retratar Jesus como humano e não como deus – diz:

“E a companheira do salvador é Maria Madalena.  Jesus a amava mais do que todos seus discípulos e costumava beijá-la com frequência.” Nesta época, a palavra ‘companheira’ significava ‘esposa’. 

Maria Madalena, inclusive, é autora de um evangelho também apócrifo. Há um trecho em seu livro que diz:

“E Pedro disse: ‘Ele a preferiu a nós’.  E levi respondeu: ‘Pedro, vejo que competes com uma mulher como com um adversário. Se o salvador a tornou digna, quem és tu para rejeitá-la?” E na sequência desse trecho, Jesus diz a Maria Madalena que cabe a ela continuar sua igreja.  Maria Madalena, não Pedro. 

Segundo Jesus, a igreja deveria ser conduzida por uma mulher.

Maria Madalena descendia de Reis Judeus, como seu marido (por parte da mãe).

Em francês  medieval, a palavra Santo Graal se diz:  San Greal. Ligando-se as duas palavras, tem-se: SANGREAL, ou Sangue Real.

Quando a lenda do Rei Arthur fala do cálice que continha o sangue de Cristo, falava do ventre feminino que levava a linhagem do sangue real de Jesus, pois, Maria Madalena estava grávida quando Jesus morreu.

Para sua própria segurança e do filho de Jesus, ela deixou a Terra Santa e foi para a França.  Lá, ela deu à luz sua filha: Sarah.

Acontece que as mulheres eram uma grande ameaça à igreja no mundo. A Inquisição católica logo publicou o livro que seria o mais sanguinário da História humana: o Malleus Maleficarum, o Martelo das Bruxas. Este é o livro pelo qual o clero localizava, torturava e matava todas as mulheres liberais.

Em três séculos de caça às bruxas, mais de 50 mil mulheres foram caçadas, torturadas e queimadas vivas na fogueira. Alguns dizem que foi muito mais.

Porém, o trono de Cristo estava verdadeiramente nas mãos de uma menina.

Esta é a maior ocultação da verdade de toda a História.